Deus não faz acepção de pessoas, por isso precisamos tratar todos com igualdade e amor. Na lição desse domingo vamos tratar a respeito da ...
Deus não faz acepção de pessoas, por isso precisamos tratar todos com igualdade e amor.
Na lição desse domingo vamos tratar a respeito da discriminação e a parcialidade com as pessoas. Veremos que segundo a Palavra de Deus, este é um grave erro, um pecado contra o Senhor. Tal atitude parecia estar prejudicando os irmãos da igreja do primeiro século e tem prejudicado a Igreja na atualidade. Fazer acepção de pessoas é estabelecer um juízo de valor baseado em conceitos desse mundo, como a aparência física (exterior), status social, cor da pele, cultural ou etnia. Estudaremos a abordagem da Carta de Tiago a respeito desse pecado segundo as Escrituras. Não podemos jamais esquecer de que servimos a Deus e que Ele não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; Rm 2.11). É impossível ter fé em Deus e fazer acepção de pessoas.
“Pois o SENHOR, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas.” (Dt 10.17)
Na Carta de Tiago encontramos um chamado à autenticidade na fé cristã, especialmente no que diz respeito ao tratamento das pessoas. O texto bíblico que estudaremos nesta lição, nos ensina que não devemos tratar as pessoas com parcialidade, interesse ou preconceito. Juntos vamos examinar esse ensinamento que será dividido em três pontos: a proibição da parcialidade, o impacto do preconceito e a chamada para a misericórdia. Veremos, mediante o texto bíblico, como esses princípios se aplicam à nossa vida cristã diária.
Somos desafiados a viver uma fé autêntica, livre de parcialidade e preconceito. Quando seguimos o exemplo de Deus revelado nas Escrituras Sagradas, refletimos o caráter de Cristo. Não tratar as pessoas com interesse, mas com amor e justiça, é fundamental para uma vida cristã saudável. Assim, somos convidados a cultivar uma fé que se manifesta em ações, com respeito e com misericórdia, promovendo a dignidade de todos como criaturas de Deus. A “lei da liberdade” não é uma licença para o pecado, mas um chamado a uma vida de obediência e compaixão.
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